Autora: Daniela Faro
POV: 3ª pessoa.
Status: Em andamento.
Capítulos: Não definido.
Disclaimer: A história me pertence. Os personagens são ficticios.
Teaser: Eu sempre amei a maneira como ele me olhava, era meio perversa. Mais isso deixava um certo mistério no ar. O que será que ele tanto pensava?
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Capitulo 1.
Já se passava o terceiro dia, e eu ainda estava ali, imovél. As unicas coisas que se passavam em minha mente eram as ultimas palavras que eu ouvira.
(flashback-on)
Estava quente, mais não quente como um dia normal de verão. Estava um quente pesado. O ar estava pesado. Sabia que algo estava para acontecer, mais não me importei. Aliás não tenho com o que me preocupar, não enquanto Joseph continuar ao meu lado.
Já eram 15:30hr da tarde, ia acabar me atrasar para encontrar Joe. Ele inssistiu em me encontrar esta tarde. Deve ter algo importante para me falar.
Coloquei meu tênis já que era a unica coisa que restava para ficar pronta, e fui em direção a porta.
Apertei o botão do elevador, e como ele demora para vir. O que será que Joe quer falar comigo? pensava eu. Fiquei surpresa em ver ele saindo do elevador. Sua expressão não era nada tranquila, parecia preocupado.
Entramos em meu apartamento, ele parecia meio perturbado. Ele começou a falar e cada palavra que eu escutava parecia uma lámina afiada em meu peito. Não conseguia entender o porque daquilo. será que ele tinha encontrado outra? eu não sei, não consigo pensar em nada, me sinto sufocada, uma vontade de chorar. Sem que eu percebesse meus olhos encheram de lágrimas. Joe me sacudia, me implorava uma resposta. Mais a unica coisa que eu conseguia fazer era chorar. E então foi que eu consegui prestar atenção no que estava acontecendo. ' Você não é nada pra mim, nunca foi. ' Depois dessas palavras, eu desmoronei.
(flashback- off)
A unica coisa que eu conseguia pensar era em maneiras de me matar. Pensei em forca, mais nunca gostei de ser escoteira, nunca nem se quer eu aprendi um nó. Poderia errar a amarra e ficar presa ali sofrendo. Pensei também em tomar remédio, mais sempre fui contra a medicamentos, não quero morrer drogada. Com um tiro, cortando os pulsos, me jogando de um penhasco. Nada parecia viavel, a melhor coisa que eu pensei foi ficar ali, jogada naquele chão gelido. Era a melhor coisa a fazer.
Já tinha perdido a conta de quanto tempo tinha ficado ali, 5, 6 dias? A campainha já havia tocado milhões e milhõess de vezes. Minha garganta estava totalmente seca e aspera, estava nessecitando de agua. Minha barriga também estava doendo, pedindo comida. Mais não ia me levantar dali tão cedo.
Notei que havia uma movimentação no prédio, pra ser exata no mesmo andar que o meu. Estavam tocando a campainha, pararam por uns segundo. Fiquei aliviada, eles deviam ter ido embora. Pensamento inutil o meu, sabia que não ia demorar muito para notarem que algo havia acontecido. Arrombaram a minha porta, e a unica coisa que consegui fazer foi me encolher mais. O porteiro segurou a porta, e um homem não sei bem dizer quem era. Nunca tinha visto ele antes, devia ser o meu novo vizinho. Ele era lindo, tinha um rosto angelical. Voltei em si quando vi que ele tentava me carregar. Me debatia sobre o colo dele e chorava. As unicas coisas que se passavam em minha mente eram as ultimas coisas que eu havia escutado, e aquelas palavras ainda soavam como láminas em mim.
Fim do capitulo.
Tô arrepiada!
ResponderExcluirAdoro drama
Maiss